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Salomão Moyana e as Cheias

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"O problema é que as várias instituições governamentais existentes em Moçambique só funcionam formalmente e não demonstram nenhuma capacidade de iniciativa e flexibilidade para funcionar em períodos anormais da vida do País, ficando, por isso, paralíticas perante esta soberba oportunidade, que estão a deixar passar, de transformar mais de 150 mil moçambicanos em líderes nacionais de desenvolvimento sustentável" In: Editorial do Zambeze, 08.03.07.

Salomão Moyana, Jornalista e Director do Zambeze escreve hoje no seu Editorial que o Estado moçambicano não está a conseguir capitalizar a catástrofe que se bateu sobre nós, nomeadamente as cheias no Vale do Zambeze e o Ciclone Favio, em oportunidade para Educar nas mais variadas vertentes e de uma só vez, as mais de 150 mil pessoas aglomeradas em Campos de Acomodação.

Moyana é da opinião de que em vez de o Estado parar, devia e por exemplo, aproveitar a população aglomerada em Centros de Acomodação, para recencear gratuitamente as cr…

O "Rabo" que muitos exitam em tocar. Ainda sobre as cheias do "vale"

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Quando pela úmtila vez escrevisobre as cheias, tentando mostrar o negócio que ele enferma, pensei eu que fosse o último post. Puro engano. Por imperativo do meu ofício, acabei me cruzando com um artigo muito interessante, escrito em Fevereiro, retirado deste portal, cuja abordagem sobre as cheias que actualmente fustigam os meus irmãos me parece pertinente e útil. Abaixo segue-se o artigo, seguido dos meus comentários.
Zambeze – um outro lado das cheias
Cahora Bassa foi bem gerida? Os recentes picos de cheia no Zambeze poderiam ter sido evitados e, em minha opinião, eles constituem uma nova demonstração do perigo em se enfeudar águas ao economicismo hidroeléctrico.
Comece-se por notar que, ao contrário das cheias de 1978, 1989, 1997 e 2001, neste dramático Fevereiro 2007 a contribuição dos escoamentos de Kariba em Cahora Bassa foi praticamente nula. Na verdade, o lago de Kariba (Zimbabwe/Zâmbia) está num dos seus mais baixos níveis de sempre (17% de enchimento) o que, teoricamente, deve…

O vale, antro da corrupção e sofrimento ou, como se enriquece e se empobrece com as cheias?

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Sobre as cheias no Vale do Zambeze, muito se falou. E na blogosfera nacional, eu fui foi dos primeiros, quando escrevi este artigo, muito antes de as coisas piorarem.
Nos dias que correm, surge, por causa das águas malígnas (cheias, leia-se) um fenónemo que também, denunciei aqui, neste blog. Gritos te alerta à invasão das populações ditas não afectadas pelas cheias aos campos de concentração ou de reassentamento, foram pela primeira vez tornados públicos aqui, no blog do Professor Carlos Serra. No Vale do Zambeze, está acontecer tudo. Menos boa coisa. Desde o roubo e posterior venda no mercado paralelo de produtos destinados aos deslocados até a fraudulenta ou falsa inscrição de residentes de bairros não afectados pelas cheias, que se fazem passar por estas, com o fim último de se beneficiar de víveres e outros bens.

Em Chupanga, Marromeu, província de Sofala, mais de um milhar de pessos foram detectadas e posteriormente banidas da lista dos afectados, quando foram descobertas que, afi…

Negócio com pobres ou mercado de cheias!

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As chuvas, seguidas de cheias que se registam na região Centro do Pais já mataram milhares de pessoas, fizeram milhares de deslocados bem como deitaram à baixo várias esperanças do ano. Uns, não mais poderão ir á escola, pois viram sua escola e casa destruidos; outros não mais poderão terminar com as suas casas, muito menos machambas, pois, estas últimas também foram com as águas.
A Barragem de Cahora Bassa atingiu o seu pico de descargas em 6 anos. Oitocentos metros cúbicos não é coisa para brincadeiras, apesar de já ter começado a baixar, desde ontem. Todo o vale de Zambeze permanence em alerta máximo, dado que as águas, dificilmente deverão baixar nestes dias acrescido ao facto de, nalgumas regiões, afluentes do Rio Zambeze continuarem a encher.

Por sua vez, as organizações não governamentais lançaram apelos internacionais de vários tipos. Comida, roupa, medicamentos, tendas; tudo é urgentemente necessário para evitar mais mortes, destruição e, acima de tudo MAIS ROSITAS, a menina q…