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A imprensa moçambicana está fomentar a guera
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Tal como aconteceu na guerra dos 16 anos, hoje a comunicação social está profundamente envolvida no fomento à instabilidade. A comunicação social moçambicana tem a cota-parte de responsabilidade no ambiente político-militar que vivemos porque ela não está a contribuir para a compreensão do que está em causa. O público está a ser bombardeado com informação propagandística de ambos lados da contenda. Isto está a prejudicar em grande medida a capacidade de o público, a sociedade civil, posicionar-se de forma coerente.
Grande parte do que temos lido na comunicação social não são notícias. São opiniões e editoriais que a partida tomam partido claro.
Alguns exemplos:
Grande parte de “notícias” dos jornais Noticias, Domingo ou TVM e AIM (língua portuguesa) são de opiniões de analistas pró-regime que se desdobram em condenar a guerra e apelar a paz. De permeio, diabolizam Afonso Dhlakama ao mesmo tempo que “apelam” ambas as partes a continuarem com o diálogo. Este esquema funciona da seguinte …
Grande parte de “notícias” dos jornais Noticias, Domingo ou TVM e AIM (língua portuguesa) são de opiniões de analistas pró-regime que se desdobram em condenar a guerra e apelar a paz. De permeio, diabolizam Afonso Dhlakama ao mesmo tempo que “apelam” ambas as partes a continuarem com o diálogo. Este esquema funciona da seguinte …
CHECK AGAINST DELIVERY: Guebuza confirma que a Frelimo está em crise
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Na
prática diplomática existe um termo chave quando o assunto é o discurso
“oficial”: CHECK AGAINST DELIVERY ou seja, VAI SEGUINDO O QUE ELE DIZ que é
oficial do que o papel que tem nas mãos]. Em
grandes conferências e cimeiras, quando líderes mundiais discursam, têm sempre
um documento que chama por “discurso oficial”. Estes, amiúde ficam disponíveis
para todos mas com uma ressalva. Eles sempre alertam aos jornalistas e outros
interessados a tomarem com oficial o que no momento do discurso for dito. E logo
no topo do documento (discurso) escreve-se CHECK AGAINST DELIVERY. Acontece em
grandes cimeiras: União Africana, ONU, UE, NATO, SADC, Comitê Central da
Frelimo, Congressos, etc. É o que
farei aqui, em relação a que ouvi e vi no discurso de Armando Guebuza,
presidente da Frelimo. A dado
passo, ele recordou aos presentes e ao país que os adversários da Frelimo
querem “acabar” com a Frelimo; portanto, não querem o bem para a Frelimo. Recordou
para tal as mortes de Mondlane e Samora como e…
Afonso Dhlakama e a Policia
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"Se os polícias se aproximarem às urnas para amedrontar o povo
serão arrancados as armas e
MORTOS.
IMEDIATAMENTE!"
Afonso Dhlakama. In: Jornal da noite, STV, 20.00hrs, 14.03.07
“Os polícias que aproximarem das urnas serão mortos por ex-comandos da Renamo. Já falei
com eles e estão preparados. Serão colocados nos postos de votação como fiscais das forças
da Lei e Ordem. Os elementos que se aproximarem às urnas serão arrancadas as armas pelos
ex-comandos e se resistirem o país pode arder”.
idem, in Jornal A Tribuna Fax, 15.03.07
Aquando do encerramento de mais um Seminário de capacitação em matérias eleitorais, dirigido aos membros da Renamo que ontem findou na Cidade da Matola, Afonso Dhlakama, Presidente da Renamo afirmou que não irá mais tolerar a vingança da Polícia que, no dia das eleições, amedrontar as pessoas. Ele acusa a Polícia de ser parte integrante das artimanhas da Frelimo e que tem como consequência, a sua derrota e a da Renamo.
As afirmações de Dhlakama não nos são estran…
serão arrancados as armas e
MORTOS.
IMEDIATAMENTE!"
Afonso Dhlakama. In: Jornal da noite, STV, 20.00hrs, 14.03.07
“Os polícias que aproximarem das urnas serão mortos por ex-comandos da Renamo. Já falei
com eles e estão preparados. Serão colocados nos postos de votação como fiscais das forças
da Lei e Ordem. Os elementos que se aproximarem às urnas serão arrancadas as armas pelos
ex-comandos e se resistirem o país pode arder”.
idem, in Jornal A Tribuna Fax, 15.03.07
Aquando do encerramento de mais um Seminário de capacitação em matérias eleitorais, dirigido aos membros da Renamo que ontem findou na Cidade da Matola, Afonso Dhlakama, Presidente da Renamo afirmou que não irá mais tolerar a vingança da Polícia que, no dia das eleições, amedrontar as pessoas. Ele acusa a Polícia de ser parte integrante das artimanhas da Frelimo e que tem como consequência, a sua derrota e a da Renamo.
As afirmações de Dhlakama não nos são estran…