Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta Maputo

MCC DE VOLTA A MOÇAMBIQUE

Imagem
Fruto de demonstrados esforços na promoção de boa-governação, melhorias significativas de políticas sectoriais e na promoção da transparência e fortalecimento institucional, a direcção do Millenium Challenge Account decidiu aprovar mais um pacote de assistência de 5 anos a Moçambique.

São americanos. O MCC é um mecanismo de assistência do Estado americano, baseado na competição entre países concorrentes. Isto significa que os países que queiram beneficiar deste mecanismo de financiamento precisam satisfazer certos critérios de elegibilidade que, comparados, caibam na posição de apuramento. E AQUI, A ESTATÍSTICA JOGA UM PAPEL FUNDAMENTAL.

MOÇAMBIQUE já beneficiou do primeiro pacote, de Julho de 2007 a Setembro de 2013 orçado em $506.9 milhões de dólares. E deste montante, o nosso país gastou até 90%, nomeadamente $447,904,512 milhões, tendo o restante regressado a América.
Não conheço ainda o montante para este quinquénio.

SIGNIFICADO POLÍTICO
Tratando-se de uma assistência americana, …

Fazer Moçambique Desenvolver é missão de todos nós, Mc Roger

Imagem

CHECK AGAINST DELIVERY: Guebuza confirma que a Frelimo está em crise

Na prática diplomática existe um termo chave quando o assunto é o discurso “oficial”: CHECK AGAINST DELIVERY ou seja, VAI SEGUINDO O QUE ELE DIZ que é oficial do que o papel que tem nas mãos]. Em grandes conferências e cimeiras, quando líderes mundiais discursam, têm sempre um documento que chama por “discurso oficial”. Estes, amiúde ficam disponíveis para todos mas com uma ressalva. Eles sempre alertam aos jornalistas e outros interessados a tomarem com oficial o que no momento do discurso for dito. E logo no topo do documento (discurso) escreve-se CHECK AGAINST DELIVERY. Acontece em grandes cimeiras: União Africana, ONU, UE, NATO, SADC, Comitê Central da Frelimo, Congressos, etc. É o que farei aqui, em relação a que ouvi e vi no discurso de Armando Guebuza, presidente da Frelimo. A dado passo, ele recordou aos presentes e ao país que os adversários da Frelimo querem “acabar” com a Frelimo; portanto, não querem o bem para a Frelimo. Recordou para tal as mortes de Mondlane e Samora como e…

Não será a criminalidade violenta em Maputoefeito visível do mundial de 2010 na África do Sul?

A pedido do meu colega e amigo, investigador do MISA-Moçambique, Ericino de Salema, publico neste espaço a sua reflexão em torno do crime violento nas Cidades de Maputo e Matola
Sem mais delongas, eis o texto:
Depois de, há alguns meses, terem-se registado assaltos a dois bancoscomercial na cidade de Maputo, designadamente a uma dependência do Banco Comercial e de Investimentos (BCI) e a uma outra do Standard Bank, eis que um caso similar se regista algures na Machava, no Município da Matola, com o assalto à agência local do Banco Austral, isso há não mais de 20 dias. Tendo fé no que os media noticiosos informaram, citando, inclusive, fontes policiais, no assalto recente ao Banco Austral na Machava os criminosos ainda fizeram “espectáculo”: ordenaram os dois guardas que estavam no local a lhes passarem as armas de fogo que traziam, tendo depois os mandado desaparecer daquele local, ao que aceitaram, temendo, obviamente, que fossem na hora mortos. Nos últimos dias abundaram, em demasia, cr…

Quem foi mais original?

MC Roger?


Ou Vasco Condo?

Implosão do Hotel 4 Estações

Aconteceu no sábado passado, dia 31 de Março logo pelas 7 horas de manhã. A demolição de um espantalhoque ingloriamente teimava em aceitar o nome de Hotel 4 Estações. Um mito de per se, esse entulho de pedra e cimento, nunca em algum momento chegou de nos orgulhar. Por mais de trinta anos, esteve ali a criar uma autêntica poluição visual, tinha que ser demolido e sobre as suas cinzas, erguer-se coisa útil. Abraço ao bom senso. Confira a queda do monstro.

Machado da Graça e a Explosão do Paiol de Malhazine

Imagem
"O que se passou, na quinta feira passada, em Maputo, foi mais uma batalha da guerra que, há muitos anos, se desenvolve entre a Incompetência, o Deixa-Andar e a Negligência, por um lado, e o Povo Moçambicano pelo outro.
Uma guerra que, até aqui, se desenvolvia ao nível das repartições públicas, do funcionalismo do Estado, e que, de repente, saltou para a praça pública com o seu cortejo de morte, sofrimento e destruição de propriedades..."
Continua aqui. - Machado da Graça. In: Ideias para Debate