Mensagens

Prémio José Negrão para a Investigação Sócio-Económica

Tem sido hábito as pessoas chorarem pelos seus ente-queridos. Também é-nos habitual pessoas estranhas chorarem pelo finados sem que lhes tenham sido no mímimo, parentes seus, muito menos conhecidos. Isto, deve-se em larga medida ao desempenho destes enquanto vivos.
Aconteceu recentemente com a morte do Professor José Negrão. Quem não chorou? Todos os que lhe conheciam, amigos e colegas de serviço bem como estudantes. Eu também incluo-me, se bem que chorar lágrimas de crocodilo não signifique absolutamente nada para um momento tão triste para Moçambique e principalmente para os parentes directos.

Cá comigo, remoo-me com a ideia de que, quem de direito, deveria reconhecer personalidades desta índole na prática. Játem sido hábito secular por parte do Governo e demias decisores e poderosos, apressarem-se na elaboração de comunicados necrológicos bem como elogios fúnebres – onde ressaltam “as qualidades do homem que em vida se bateu pela causa do povo” - chegando até a pontificarem nas exé…

Rescaldos da Semana

Gostei da attitude do Presidente da República em ter adminito que, aquando da sua visita foi enganado por alguns dirigentes seus, que não foram capazes de justificarem o que faziam.

Não gostei de Mazula ter propsto ao PR aqueles três senhores – ainda bem que o chumbaram –para cargos de Vice Reitores.
Não sei por que é que nesse país é tão difícil demitir alguém do que nomeá-la. Ha Reitores, sinceramente que deviam ser há muito demitidos. Não venham dizer que é pela estabilidade Governamental.

As coisas parecem estar mal na Renamo.Já nem se ouve dizer do seu líder. Estará a chocar, perdizezitos?

Terça-feira é dia de muita coisa a fazer. Até amanhã.

ADEUS PROFESSOR

Adeus Professor,
Adeus.

Fica por terra a sua obra,
a sua garra
a sua luta
pelo bem estar social dos pacatos.

Adeus.

Humilhado pela morte,
Engana-se
Se acha que com a sua vitória
Deitará abaixo
Toda obra sua.

Descanse em Paz.

Que em vida,
nós saberemos honrar a sua memória.
Obrigado PROFESSOR NEGRÃO.

Sábado, 09 de Julho de 2005.
14 horas

Imagens da Republica II

Volvidos 6 meses da nova Governação, com Armando Guebuza à cabeça importa tecer algumas conisderações à propósito.

Os Ministros parecem já dominarem o que lhes compete; já dão entrevistas televisivas; os Governadores também, vão embargando obras que não estiverem em condições; enfim, tudo mostra o grande compromisso assumido por este novo Governo, pelo menos à nível verbal.

Todavia, assuntos há que me parecem muito peculiares, cuja solução tarda e, consequentemente em muito atordoa as demais aspirações populares.

A subida de preços verificada logo após a tomada de posse do novo Governo, parece-me ter posto em xeque a governação deste. Todavia, parece-me que, se por um lado aos Ministros do Comércio e Indústria e dos Transportes não compete fixar os preços, por outro, deixe-me dizer que estes mostraram uma incapacidade enorme de negociação. Para o primeiro, limitou-se em acusar aos comerciantes e demais empresários de não serem competitivos (quando foi da questão dos frangos provenientes …

Deixa Andar, Canção para o Boi Dormir!

Três acontecimentos importantes tiveram lugar no nosso país. O nosso Governo meteu uma mão muito pequena nesses assunto. Não por causa da falta de competência para tal, mas por falta daquilo que mais gostam de criticar: espírito de deixa andar.

Para nós, este Governo é quem mais está possesso deste espírito maligno, salvo honrosas menções.

O agravamento das tarifas de transportes semi-colectivos de cinco para sete contos e quinhentos. Os transportadores tinham proposto uma actualização na ordem de oito contos mas infelizmente o Governo apenas conseguiu negociar até sete contos e quinhentos! Que vergonha! Ministros e assessores, directores de transportes e seus adjuntos; cafés e demais mordomias, sentados à mesa com negociantes desonestos e oportunistas para lograrem apenas quinhentos meticais!?

O agravamento do preço de combustíveis é um assunto meramente económico e também político. Os combustíveis são o produto mais "volátil" em termos de sensibilidade aos comportamentos s…

Inhambanenses e o Aproveitamento Económico

A rede 082 anda com problemas em Inhambane, principalmente no Distrito de Morrumbene, nas células de Cokwene e Chicungussa. Como consequência, as pessoas são obrigadas a subir árvores ou se posicionarem am altos pontos para poderem ter acesso à rede móvel.

Felizmente, o problema não é generalizado; daí que espaços haverem em que ela é acessível. Só que, amiúde, calham ser em casas e pátios privados!

Assim, os seus donos, dotados de alto talento e de sabedoria e aproveitamento económivco COBRAM A TODOS OS QUISEREM bipar ou telefonar a partir de seus pátios um valor pecuniário de 1500 meticais. Vejam se pode!

Drª Benilde Soares é parente de Ivo Garrido. Há perigo nisto?

Está mais uma vez de parabéns o Ministro da Saúde de Moçambique. Pelo menos, é o único que até hoje, põe em acção conceitos e motes ora em voga: o deixa-andarismo está em apuros no MISAU.

Acabaram as mordomias para o telemóveis. Já há limite para gastar neste assunto. Um milhão e duzentos. Mais. Para mim, ainda é muito. Para um Director Nacional, que já tem telefone de Serviço à altura e ganha mais do que o suficiente para gastar em telefones, por que cargas de águas precisará ele tratar assuntos de serviço fora deste. Bastam esse 1200 para tratar assuntos de emergência, principalmente quando não poder ir ao serviço.
Telefona à secretária. Bastam os 1200!

Estão liaxdos! Habituados aos “tomalá” da Mcel para andar a distribuir créditos para compadres, passarão de hoje em diante a “bipar” ou a “m-Bipar”. Acabou também as senhas de combustível, distribuídas sem descriminação palpável e bem transparente.

Só que a outra decisão é que me deixa tremido. A Dra Benilde Soares, recém nomeada p…