Vítimas da Saudade I
Hoje cabe-me a vez de comentar sobre a onda de contestação à alteração da Bandeira Nacional. Dizem que quem a fez foi Fanuel Mahluza, este desertor da Frelimo que não mereceu honras partidária aquando da sua recente morte.
Todavia, quem a fez ou não, não importa. O que importa neste momento é que muitos “analistas” estão cansados em dizer que a sua alteração é inútil e fútil. Verdade. Afinal, o que não é fútil neste país, desde que não vá de encontro com a ideia do Chefe? Nada.
Mas, como anteriormente teria escrito, acho que a Bandeira Nacional não passaria da moda, muito menos perderia a sua historicidade se fosse alterada.
A necessidade da sua alteração tem a ver com o momento e a interpretação dos novos desafios que se nos afiguram. Dizem os “entendidos” que a arma representa a luta contra o subdesenvolvimento e contra a invasão à nossa soberania!
Meus senhores, será a arma, o melhor símbolo para representar este tipo de luta nessa era de computadores; nessa era da globalização;…
Todavia, quem a fez ou não, não importa. O que importa neste momento é que muitos “analistas” estão cansados em dizer que a sua alteração é inútil e fútil. Verdade. Afinal, o que não é fútil neste país, desde que não vá de encontro com a ideia do Chefe? Nada.
Mas, como anteriormente teria escrito, acho que a Bandeira Nacional não passaria da moda, muito menos perderia a sua historicidade se fosse alterada.
A necessidade da sua alteração tem a ver com o momento e a interpretação dos novos desafios que se nos afiguram. Dizem os “entendidos” que a arma representa a luta contra o subdesenvolvimento e contra a invasão à nossa soberania!
Meus senhores, será a arma, o melhor símbolo para representar este tipo de luta nessa era de computadores; nessa era da globalização;…