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As vacas e o capitalismo:nova versão de uma velha anedota

CAPITALISMO IDEAL
Voce tem duas vacas.
Vende uma e compra um touro.
Eles se multiplicam, e a economia cresce.
Você vende o rebanho e aposenta-se, rico.
CAPITALISMO AMERICANO
Você tem duas vacas.
Vende uma e força a outra a produzir o leite de quatro vacas.
Fica surpreso quando ela morre.
CAPITALISMO FRANCÊS:
Você tem duas vacas. Entra em greve porque quer que o Estado lhe garanta três, com os generosos subsídios da Política Agrícola Européia.
CAPITALISMO CANADENSE:
Você tem duas vacas. Usa o modelo do capitalismo americano. As vacas morrem. Você acusa o protecionismo brasileiro e adota medidas protecionistas para ter as três vacas do capitalismo francês.
CAPITALISMO JAPONÊS
Você tem duas vacas.
Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e produzam 20 vezes mais leite.
Depois cria desenhinhos de vacas chamados Vaquimon e os vende para o mundo inteiro.
CAPITALISMO BRITÂNICO
Você tem duas vacas.
As duas são loucas.
CAPITALISMO ITALIANO
Você tem duas vacas.
Uma delas é sua mãe, a outr…

A vitória eleitoral do Hamas: um voto pela clareza

A vitória do Hamas nas eleições legislativas da Autoridade Palestina levou toda a gente a perguntar: "e agora?" A resposta, e se o resultado deveria ser encarado como algo bom ou mau, depende muito de quem faz a pergunta.

Embora o êxito do Hamas tenha sido fortemente perseguido, a escala da vitória foi geralmente considerada como um "choque". Vários factores explicam a ascensão dramática do Hamas, incluindo a desilusão e o desgosto com a corrupção, o cinismo e a falta de estratégia da facção do Fatah que dominou o movimento palestino durante décadas e que se considerava, de forma arrogante, como o líder natural e indisputável.

O resultado desta eleição não é inteiramente surpreendente, entretanto, e fora prenunciado pelos acontecimentos recentes. Tomemos por exemplo a cidade de Qalqilya, no norte do West Bank. Cercado por pelos colonatos israelenses e agora completamente rodeada por uma muralha de betão, os 50 mil residentes da cidade são prisioneiros num gueto giga…

O MEDO CAUSADO PELA INTELIGÊNCIA

Quando Winston Churchill, ainda jovem, acabou de pronunciar seu discurso de estréia na Câmara dos Comuns, foi perguntar a um velho parlamentar, amigo de seu pai, o que tinha achado do seu primeiro desempenho naquela Assembléia de vedetes políticas.

O velho pôs a mão no ombro de Churchill e disse, em tom paternal: "Meu jovem, você cometeu um grande erro. Foi muito brilhante neste seu primeiro discurso na Casa. Isso é imperdoável. Devia ter começado um pouco mais na sombra. Devia ter gaguejado um pouco. Com a inteligência que demonstrou hoje, deve ter conquistado, no mínimo uns trinta inimigos. O talento assusta."

E ali estava uma das melhores lições de abismo que um velho sábio pode dar ao pupilo que se inicia numa carreira difícil. A maior parte das pessoas encasteladas em posições políticas é medíocre e tem um indisfarçável medo da inteligência. Isso na Inglaterra. Imaginem aqui em Moçambique. Não é demais lembrar a famosa trova de Ruy Barbosa: «Há tantos burros mandando em …
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Reflictamos sobre o ano que ora se vai mas sobre tudo perspectivemos o que nos espera. Reconheco nao ter sido pontual na actualizacao mas enfim, prometo redimir-me dos erros para o ano que vem. A todos Boas Festas
Egidio Vaz
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Ainda estou vivo. Brevemente estarei de volta com novas analises. Tenho me dedicado aos aspectos de desenvolvimento. Visitem o www.egidiovaz.blog.pt.
Egidio Vaz

Fuga de cérebros

Tenho sido uma das pessoas que se preocupa com o desenvolvimento deste país. No meu canto, sem incomodar alguém, contribuo com o que puder, tanto em ideias como em actos para mudar o actual espectro nacional. Aliás, como cidadão que sou, tenho essa obrigação. A pobreza que se reflecte por quase tudo o que é canto, desde as universidades à vacuidade das consultorias e Assistências Técnicas, têm sido o meu maior motivo de vida.

Hoje, podemos nos orgulhar de termos formado o minimamente aceitável para podermos pensar por nós próprios. Podemos dizer que temos cérebros que brilham lá fora. A eleição em tempo recorde de 3 moçambicanos para cargos da diplomacia internacional assim o atesta.

Estou a falar de Hélder Muteia, Firmino Mucavele e Joaquim Chissano. Não quero e nem vou falar de Chissano. Quem sou eu para dele dar palpites, se apenas dos seus feitos me congratulo, ficando a lhe dever a vida!? Falo eu de outras pessoas, ordinary people, como diriam os ingleses.

No jargão da indústria …

Moçambique durante o período de transição, 1974-1977

Caros companheiros,
O trabalho intitulado Moçambique durante o peíodo de Transiçã, 1974-1977 já está disponível para leitura.
Os interessados devem enviar e-mail para: egidiovaz@walla.com para poderem ter acesso á ele.
Com melhores cumprimentos.