Mensagens

Como os media cobrem Israel?

Se a sua fonte de notícias é apenas a televisão, você não terá nenhuma ideia das raízes do conflito do Médio Oriente, ou que os palestinos são vítimas de uma ocupação militar ilegal. Em Maio, o Glasgow University Media Group, notável pela sua análise pioneira dos media, publicou um estudo das reportagens do conflito israelp-palestiniano. Ele deveria ser uma leitura obrigatória nas salas de redacção e nas escolas de comunicação. A investigação mostrou que a falta de entendimento do público em relação ao conflito e suas origens foi preparada pelos relatos noticiosos, especialmente da televisão.

Aos espectadores, afirma o estudo, raramente lhes é dito que os palestinianos são vítimas de uma ocupação militar ilegal. A expressão "territórios ocupados" quase nunca é explicada. Na verdade, apenas 9 por cento dos jovens entrevistados sabiam que os israelitas eram os ocupantes que os "colonizadores" ("settlers") eram israelitas. A utilização selectiva da linguagem …
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Cahora Bassa

Está de parabéns Portugal pelo facto de ter, mais uma vez, dado lição de diplomacia ao nosso Governo. Também está de parabéns o Governo ao ter acedido à finta diplomática do Governo de Portugal.

A Barragem de Cahora Bassa está longe de ser nossa, aliás ela jamais será nossa, numa perspectiva de posse efectiva deste empreendimento. Até porque ela sairá aos dentes do crocodilo para cair nas garras de leopardo. Ou seja, depois que o Governo tiver em sua mão o gigante, este procurará o mais cedo possível, outro parceiro para explorá-lo.

Não vejo capacidade financeira do nosso governo de poder pagar todas as dívidas. Mas deixemos isso de lado.

O facto aqui em debate é de questionar a versão oficial do nosso Governo, que lamenta ter sido enganado pelos portugueses, após ter-se firmado o memorando de entendimento sobre a transmissão da Barragem para as nossas mãos. Na verdade, o nosso governo é que foi mais precipitado e aliás distraído.

Temos o Ministério dos Negócios Estrangeiros cuja missão é…

De volta a partir de 1 de Junho

Caros senhores internautas.
Minhas sinceras desulpas pela paragem nao justificada de quase dois meses.
De facto, devo confessar a minha inaptidao em ter vos mantido informado durante esses 60 dias.
Impedimentos de ordem organizacional e de agenda dificultaram sobremaneira ess emprendimento.

Todavia, venho por este meio prometer que isso jamais acontecera. A partir de Junho retomarei com regularidade as minhas reflexoes, prometendo actualizar a pagina 3 vezes por semana, no minimo.
Na esperanca de um contacto breve, quairam receber este abraco fraterno!

Do vosso,
Egidio.

A Dinamarca nao e Inocente!

"Algo está podre no reino da Dinamarca", escreveu Shakespeare no seu famoso Hamlet há cerca quatrocentos anos. Os acontecimentos dos últimos meses demonstram que as palavras de Shakespeare ganharam uma nova actualidade.
Ttudo começou na cidade de Aarhus, a 30 de Setembro do ano passado, quando o jornal nacional com o nome regional de Jyllands-Posten (O Correio da Jutlandia), publicou doze cartoons que transmitiram uma imagem ofensiva e unilateral de Maomé.

A explicação oficial, dada pelo director do jornal para justificar a publicação, foi o desejo de desafiar o exercício da liberdade de expressão na Dinamarca que, segundo ele, já está ameaçada pela crescente influência dos muçulmanos. Antes da publicação consultaram uns peritos que disseram claramente que a publicação dos cartoons, muito provavelmente, provocaria a ira dos muçulmanos que se sentiriam insultados pela forma como se retrata o seu profeta. Ou seja, desde início, a publicação dos cartoons foi concebida como uma …
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Boa tarde
Egidio Vaz

Calamidades Naturais e a Política da Hipocrisia Global (1)

Hoje decidi escrever algo que há muito vinha constituíndo pomo da minha reflexão diária: os caminhos do desenvolvimento nacional, num mundo cada vez mais interdependente, marcado por uma competição anárquica.

Ao observar o meu belo país, vejo e revivo anualmente calamidades naturais (que também incorporam componentes humanas) típicas de uma sociedade retrógrada: seca/estiagem-cheias-cólera-mortes. E, para acompanhar esse festival, o governo vai tomado «medidinhas de baixa intensidade», só para salvar as pessoas em risco de vida, populações «carenciadas»; com programas de contingência absorvendo valores chourdos vindos, na sua maioria, das OENIGÊS (ONGs) de países do Ocidente Europeu e não só.

O sistema das Nações Unidas, as instituições de cooperação bilateral bem como outras organizações não governamentais assim se mobilizam para a mitigação de uma «desgraça» involuntária, imposta por Deus ou Diabo, de acordo com a biblia. Afinal de contas, estamos nos últimos dias.

Mas o que mais me ir…