Cenas que atentam a integridade do Estado
Não sou amante de seriados. O que vou agora escrever dava para uma série de 4 textos. Mas porque não sou daqueles que gostam de queimar o tempo dos outros (porque ninguém é leitor profissional de blogues) irei directo ao assunto.
Falando da pobreza, o Professor Elísio Macamo desafiou bastantes vezes a nossa capacidade de pensar e agir em relação a pobreza em Moçambique. Não raras vezes chamou atenção ao facto de a pobreza em Moçambique ser mais mental que material.De facto, há cenas que, quando acontecem (e acontecem com frequência) me deixam cabisbaixo. Trata-se de doações que “pessoas – singulares – de boa vontade”, os benfeitores, concedem ao estado; das inaugurações e reinaugurações; do uso (in)devido de símbolos nacionais; dalgumas acções que se pensam inovadoras; dos bajuladores do Presidente da República e das entrevistas dos Ministros.Vamos por partes e em pedaços.Um empresário doou 50 motorizadas a PRMPelo facto do país ser tão pobre, chegamos ao ponto de o Estado não sentir v…
Falando da pobreza, o Professor Elísio Macamo desafiou bastantes vezes a nossa capacidade de pensar e agir em relação a pobreza em Moçambique. Não raras vezes chamou atenção ao facto de a pobreza em Moçambique ser mais mental que material.De facto, há cenas que, quando acontecem (e acontecem com frequência) me deixam cabisbaixo. Trata-se de doações que “pessoas – singulares – de boa vontade”, os benfeitores, concedem ao estado; das inaugurações e reinaugurações; do uso (in)devido de símbolos nacionais; dalgumas acções que se pensam inovadoras; dos bajuladores do Presidente da República e das entrevistas dos Ministros.Vamos por partes e em pedaços.Um empresário doou 50 motorizadas a PRMPelo facto do país ser tão pobre, chegamos ao ponto de o Estado não sentir v…