Do espetáculo do PODER e respectivo simbolismo
- A propósito das conversas à volta da fogueira.
Amigos, este não é um texto elaborado. Apenas é um esboço; um apanhado; uma picada que tento abrir para reflectirmos sobre alguns simbolismos e alguns hábitos que, à primeira vista parecem tão normais, tão pacíficos e dispensam qualquer tipo de reflexão.
Caso PRIMEIRO: Um dia, quando estava no encalço de Dhlakama em Nampula, estive em Mogovolas e lá deparei-me com um caso inusitado que só não reportei porque não iria mudar nada: um administrador (que ja foi transferido) teria "comprado" para uma comunidade uma unidade moageira, no âmbito dos dinheiros do sete BIS. Só que a comunidade não sabia quanto é que a unidade teria custado, pois as guias de recepção não traziam o preço. E mais, os papéis foram assinados de noite, porque foi a hora que a unidade chegou.
CASO SEGUNDO: Já me incomodavam "as conversas à volta da fogueira" da Primeira-Dama da República, que por sinal, abandonou-as, tendo optado por outras vias de deb…
Amigos, este não é um texto elaborado. Apenas é um esboço; um apanhado; uma picada que tento abrir para reflectirmos sobre alguns simbolismos e alguns hábitos que, à primeira vista parecem tão normais, tão pacíficos e dispensam qualquer tipo de reflexão.
Caso PRIMEIRO: Um dia, quando estava no encalço de Dhlakama em Nampula, estive em Mogovolas e lá deparei-me com um caso inusitado que só não reportei porque não iria mudar nada: um administrador (que ja foi transferido) teria "comprado" para uma comunidade uma unidade moageira, no âmbito dos dinheiros do sete BIS. Só que a comunidade não sabia quanto é que a unidade teria custado, pois as guias de recepção não traziam o preço. E mais, os papéis foram assinados de noite, porque foi a hora que a unidade chegou.
CASO SEGUNDO: Já me incomodavam "as conversas à volta da fogueira" da Primeira-Dama da República, que por sinal, abandonou-as, tendo optado por outras vias de deb…