Aprender de Angola? Que lições?
O
Presidente da República está em Angola e uma das coisas de que gostou foi ter
notado que os partidos políticos não têm militares ou forças armadas. Gostou
tanto ao ponto de sugerir que os deputados moçambicanos explorassem a
experiência angolana. Quando os moçambicanos falam ou ouvem falar da “solução angolana” pensam na
morte de Jonas Savimbi, em Fevereiro de 2002. Esta morte coincidiu com fim das
hostilidades entre a UNITA e o governo. Desde 2002 a esta parte, não existem em
Angola, outras forças militares que não sejam estatais. Em Moçambique porém, a
Renamo ficou com algumas forças residuais, ao abrigo dos acordos gerais de Roma
de 1992. A verdade porém é que mais tarde soube-se que a Renamo escondeu parte
da sua tropa e durante o conflito de 2012, houve algum recrutamento adicional.
Desde 1992 que a imprensa nacional reporta sobre “descobertas” de esconderijos
de armas e recolha de outros, incluindo o ataque e roubo ao quartel de
armamento de Dondo, em 2013.
Ao falarmos da “solu…
Ao falarmos da “solu…