A arte de criar fracas instituições
Caiu o pano sobre a novela que andou em torno da constituição da Comissão Nacional de Eleições, CNE. Os Cinco membros eleitos pela Assembleia da República de Moçambique decidiram eleger através do voto, os restantes oito membros que iriam preencher o corpus deste órgão eleitoral. Das 62 candidaturas foram apurados os seguintes senhores: Paulo Cuinica -da G20 Rabia Valgy -da Associação de luta Contra a Pobreza Juvenal Bucuane -Escritor, proposto pela OTM Alípio Siquice -Membro da ONP (organização nacional de professores) e Chefe do Departamento da Antropologia da UP João Leopoldo da Costa -ISCTEM Dentre outros 3 desconhecidos Sinceramente, essas pessoas foram escolhidas dentre figuras como Tomás Vieira Mário, Salomão Moyana, Alice Mabota, Aly Jamal e outras pessoas que Moçambique bem conhece seu trabalho, dedicação, lucidez, independência e equilíbrio. Mas, como disse António Chipanga, coordenador da CNE responsável pela escolha dos oito, foi um trabalho difícil. Na verdade, foi difícil...
Comentários
Abraço
PS: Farei um resumo sobre os achados dessa pesquisa na proxima semana.
Seu blog apartir de hoje já faz parte dos meu favoritos.
abraço, Luís .
Avante!
Uma observação apenas. Não consigo aceder aos textos das tuas crónicas, salvo se estiver a equivocar-me, seja, as mesmas serem apenas isso mesmo...apenas meras ilustrações.
Se assim for, então sugiro que introduzas pequenos comentários, estórias, etc.
Abraços.
Celso.
As crónicas, essas, virão, e já agora, por causa da sua insistência.
Muito obrigado.
E.V
Celso.