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Egidio Vaz, Vota Nyusi e FRELIMO

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O PODER DE VOTAR EM ALGO VS O PODER DE VOTAR CONTRA ALGO

Aqui está a diferença e a essência destas eleições: desde o dia 31 de Agosto que diversos partidos vêm apresentando ao eleitorado as suas narrativas e visões sobre como se deve governar Moçambique nos próximos 5 anos. Vinte dias depois, já é possível distinguir entre aqueles que sabem porquê irão votar em algo daqueles que irão votar contra algo. E deixe-me confirmar-vos que os mais felizes são aqueles que irão votar em algum projecto concreto, em alguma ideia; aqueles que irão votar com convicção. Estes entendem os manifestos ou no mínimo sabem o que querem; o que noa querem e se revem na vida futura com o partido e candidato a quem votarão. Os infelizes são aqueles que irão votar CONTRA qualquer coisa; ou seja, aqueles que, amuados com um determinado estado de coisas, irão votar contra a tal coisa. São do tipo de cidadãos cuja cognição política é fortemente viciada pelos preconceitos, lugares-comuns, meia-verdades; enfim, aqueles que fizeram do coração e consciência a localidade do…

Fazer Moçambique Desenvolver é missão de todos nós, Mc Roger

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FRELIMO

"Em todas as batalhas, chega um momento em que os dois lados se consideram derrotados, e quem continua na ofensiva vence”, Gen. Ulysses S. Grant, 18º Presidente dos Estados Unidos (1869 a 1877).
É o que esta campanha representa. Uma maratona de 45 dias dos quais 2 já se foram. A Frelimo tem uma mensagem clara sobre o que pretende fazer nos próximos 5 anos. A Frelimo apontou, na minha opinião e a partir da leitura do nosso manifesto eleitoral, 4 principais prioridades:

Combate cerrado à corrupção, promoção da boa-governação e sofisticação do aparelho do estado através do preenchimento de brechas legislativas que facilitam práticas nefastas de administração e gestão da coisa pública.Construção e apetrechamento de infraestruturas sociais e económicas e, principalmente de transporte e comunicação para tornar o país viável e assim impulsionar ainda mais a sustentabilidade da promoção do desenvolvimento em curso.Fortalecer a defesa e segurança dos cidadãos, proteger as conquistas da in…

Último dia dos preguiçosos: 30 de Agosto de 2019. Amanhã começa a campanha eleitoral.

A hora da verdade chegou. Há cinco anos que me preparo para este momento! Gloves are off now!

Serão 45 dias de batalhas campais, impiedosas, de esmagar argumentos toscos e erguer estátuas de incompetência sobre as tumbas dos tombados em combate; 45 dias de debates temáticos mais profundos inspirados no nosso manifesto, o manifesto da Frelimo e do compromisso do nosso Presidente Filipe Nyusi.

Serao 45 dias e não 46 ou 42. 45 dias de campanha eleitoral. A hora da verdade chegou. A hora de descer do muro e bater a estrada poeirenta ou alcatroada, bairro-a-bairro, zona-a-zona, de arbusto em arbusto, espalhando a boa mensagem, a mensagem da Frelimo e de Nyusi.

Essencialmente o que faremos será nada mais que preparar as almas das pessoas para as surpresas agradáveis do próximo ciclo, abrir a caixa de pandora e expor tudo o que a Frelimo e seu candidato têm para os próximos cinco anos.

Teremos como cajado o nosso passado e a nossa gloriosa obra. Não falaremos à toa. E não chegaremos com bochecha…

OS TRAFULHAS

No princípio eram sete candidatos que iriam concorrer às Presidenciais. Ficaram três para trás, que não conseguiram suprir as irregularidades e o mínimo de assinaturas/proponentes válidos.
Os excluídos foram Alice Mobota, Hélder Mendonça e Eugénio Estévão.
Treze partidos quiseram concorrer, mas não conseguiram se quer submeter a documentação. São eles:

1. Partido de Reconciliação de Moçambique - PAREDE;
2. Coligação Aliança Democrática – CAD;
3. Partido para o Desenvolvimento de Moçambique – PDM;
4. Partido União Nacional Moçambicana - UNAMO;
5. Partido Congresso dos Democratas Unidos - CDU;
6. Partido Aliança Independente de Moçambique -ALIMO;
7. Frente Democrática Unida - UDF;
8. Movimento de Reconciliação de Moçambique - MRM;
9. Partido Central de Moçambique – PCM;
10. Partido de Solidariedade e Liberdade – PAZS;
11. Movimento Alternativo de Moçambique – MAMO;
12. Juntos pela Cidade – JPC;
13. Partido Popular Democrático Moçambique – PPD.