Hoje decidi escrever algo que há muito vinha constituíndo pomo da minha reflexão diária: os caminhos do desenvolvimento nacional, num mundo cada vez mais interdependente, marcado por uma competição anárquica.
Ao observar o meu belo país, vejo e revivo anualmente calamidades naturais (que também incorporam componentes humanas) típicas de uma sociedade retrógrada: seca/estiagem-cheias-cólera-mortes. E, para acompanhar esse festival, o governo vai tomado «medidinhas de baixa intensidade», só para salvar as pessoas em risco de vida, populações «carenciadas»; com programas de contingência absorvendo valores chourdos vindos, na sua maioria, das OENIGÊS (ONGs) de países do Ocidente Europeu e não só.
O sistema das Nações Unidas, as instituições de cooperação bilateral bem como outras organizações não governamentais assim se mobilizam para a mitigação de uma «desgraça» involuntária, imposta por Deus ou Diabo, de acordo com a biblia. Afinal de contas, estamos nos últimos dias.
Mas o que mais me ir…