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A mostrar mensagens de Outubro, 2005

Fuga de cérebros

Tenho sido uma das pessoas que se preocupa com o desenvolvimento deste país. No meu canto, sem incomodar alguém, contribuo com o que puder, tanto em ideias como em actos para mudar o actual espectro nacional. Aliás, como cidadão que sou, tenho essa obrigação. A pobreza que se reflecte por quase tudo o que é canto, desde as universidades à vacuidade das consultorias e Assistências Técnicas, têm sido o meu maior motivo de vida.

Hoje, podemos nos orgulhar de termos formado o minimamente aceitável para podermos pensar por nós próprios. Podemos dizer que temos cérebros que brilham lá fora. A eleição em tempo recorde de 3 moçambicanos para cargos da diplomacia internacional assim o atesta.

Estou a falar de Hélder Muteia, Firmino Mucavele e Joaquim Chissano. Não quero e nem vou falar de Chissano. Quem sou eu para dele dar palpites, se apenas dos seus feitos me congratulo, ficando a lhe dever a vida!? Falo eu de outras pessoas, ordinary people, como diriam os ingleses.

No jargão da indústria …