SIDA. Estrategias que nao curam nem aliviam

É uma ideia chata. Puramente chata. Trata-se de outra forma de ver o problema da SIDA, numa perspectiva de rebuscar os valores e pó-los ao serviço da humanidade.
Começarei por fazer duas constatações.
Primeira, a de que na maioria dos PVDs (países em vias de desenvolvimento)possuem constituições e demais ordenamentos jurídicos de inspiração Romana, para além de serem fortes signatários às demais convenções sobre direitos humanos, legalidade, e quejandos.
Segunda, a de que se por um lado se apregoa a necessedade de tomada de consciência e mudança de atitudes relativas ao comportamento sexual (principal veículo de transmissão viral), por outro, não se vislumbra nenhuma esperança de esse apelo vir a surtir efeitos.
Portanto, noto aqui duas contradições. A primeira, a de estarmos a insistir em métodos infrutíferos. Fala-se, fala-se, fala-se... e nada muda. A segunda a de que apesar disto, as ONGs e Estados pedem mais dinheiro.

O SIDA tornou-se em negócio até para EStados Nacionais. Não se controla nem se presta contas. A próposito, como se pode avaliar o impacto de uma mensagem difundida à um grupo de estudantes universitários em matérias de SIDA, por exemplo? Nenhum indicador claro. Falar, falar e esperar de MUDEM. As pessoas não querem fazer relações sexuais com camisinha. As pessoas não querem ter uma única parceira sexual.

As pessoas estão a ter relações sexuais com mais de uma mulher nesta terra. Só não vê quem não quer ver!!!!!

Por isso, trago aqui duas ideias claras, ispiradas no mosáico cultural africano e nos valores da igreja.
1. Não condenar, nem proibir a poligamia. Ou seja, através de um "arranjo constitucional" reprimir-se severamente o adultério, equiparando-o à um crime punível, sei lá, à quantos anos de prisão.
2. Retirar os preservativos da cirulação, pois, ao contrário do que dizem, esse instrumento em nada ajuda e para nada ajuda a combater este mal, muito menos outras DTSs. Nenhum médico, nenhum ministro poderá me dizer, com dados claros o impacto que esses objectos têem na redução dos índices de infecção. Atenção, não porque as camisinha não protejam, mas porque as pessoas pura e simplesmente não a usam.

Num Moçambique sem camisinha e com o dinheiro a canalizar-se para a compra de alimentação e medicamentos para os doentes de SIDA, combinada com a sensibilização sobre os perigos da SIDA ante a ausência de um instrumento protector, com uma lei que não discrimina as segundas e terceiras mulheres nem os homens poligamos, acho que teriamos outro cenário.

Por outro lado, acho tmbém que teriamos pessoas mais conscientes, com ideias mais claras no que pretenderiam fazer. As pessoas teriam relações sexuais com suas mulheres, pois não precisaria adulterar; bastava manifestar vontade de casar uma mulher e dias depois estaria em casa como sua esposa. De acordo com o seu dinheiro. Sabe, muita gente, muita mulher anda por ai a dizer que não pretende ser a segunda mulher, mas continuam a namora durante longos anos com maridos dos outros! Onde está a diferença? Aliás, não seria bom, em vez de estar a desestabilizar lares dos outros, fazer parte dele?
Muitos homens que se dizem monógamos andam aí enrolados num gineceu de mulheres. Não seria mais prático assumir a sua condição polígama.

Comentários estão bem vindos para o endereço: egidio.vaz@portugamlmail.com e eu tratarei de publicá-los.
Akele Abraço!

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