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Conselho Municipal de Maputo já tem portal
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Já está online o portal do Conselho Municipal de Maputo. Apesar de pobre em conteúdo, já vale a pena. Muitos parabéns aos seus mentores e que continuem a melhorá-lo. Este é o seu endereço. Clica aqui
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Comentários
Paulo disse…
Venho aqui deixar o meu descontentamento por o concelho Municipal estar a multar por falta de taxa de circulacao os camioes que circulam na via do jardim (Avenida Eduardo Mondlane) que da acesso da Nacional (1) para a MAtola e tambem no sentido inverso, E normal que se tenha uma via de acesso em alternativa ao Auto estrada que é considerada uma via privada sendo obrigatorio o pagamento para se poder nela circular.
Espero que quem de direito possa fazer algo para que os camioes que se dirigem para o norte ou para o porto de Maputo nao estejam sujeitos a uma taxa de entrada na cidade cada vez que circulam nesse trajecto de 1000 metros.
todos devemos ter alguma consideracao pelas empresas de transporte porque faz parte do desenvolvimento da economia de um pais
O meu agradecimento e espero que algo seja feito para poderem liberar esta via para os veiculos pesados
Hoje marca-se um momento crucial para Moçambique. A Assembleia da República debate uma iniciativa histórica – o Compromisso Político para um Diálogo Nacional Inclusivo. Como deputado da nação, apoio plenamente esta iniciativa, convicto de que abrirá portas para uma união nacional duradoura e para o progresso do nosso país. Por que razão é este diálogo tão importante? Lições da nossa história Desde a independência, Moçambique tem enfrentado desafios profundos. Apesar dos históricos Acordos Gerais de Paz de Roma em 1992 e da democracia multipartidária, permanecem graves problemas como: Irregularidades e violência eleitoral desde 1994 Custo de vida elevado e desemprego crescente Habitação inadequada, serviços de saúde e educação insuficientes Corrupção persistente, minando a confiança pública Estes problemas por resolver tornam urgente a realização de um diálogo nacional verdadeiramente inclusivo. É altura de quebrarmos este ciclo de instabilidade e desconfiança. Uma opo...
Reflexões em torno da "greve do Grupo de países doadores" ao Orçamento do Estado em Moçambique Há muito que me sinto tentado a tecer comentários em torno desse asunto. Não querendo ser explosivo nem “chauvinista” acho que ambas as partes têm culpa nesse “impasse”. Explico-me. 1. O Governo de Moçambique tem sido reticente em fornecer informação sobre progressos tangíveis em relação a aspectos ligados a boa-governação, strictu lato . Essas reticências vêm se alastrando desde os tempos da Governação de Joaquim Chissano, tendo se exacerbado na era do Presidente Guebuza. 2. E atendendo a própria natureza da situação, o sucesso no combate à corrupção, na dita “despartidarização do estado”, no fortalecimento do sistema de administração da justiça, são por defeito, aspectos que levam o seu tempo para se alcançar resultados exitosos e por outro lado, exigem maiores investimentos em infraestruturas, recursos humanos e tecnologia, bens que a todos faz falta. Porém, o problema nasce co...
Dos factos 1-A batalha de Marracuene que teve lugar no dia 02 de Fevereiro de 1895 foi uma de uma série de combates que se deram no local, no âmbito da conquista portuguesa para a ocupção efectiva. Do ponto de vista português, essas batalhas eram conhecidas por Campanhas de Pacificação. Para os locais era resistência á ocupação portuguesa. 2-Na Batalha de Marracuene, as forças lideradas por Nwamatibyana, Zihlahla, Mahazule, Mulungu e Mavzaya perderam, em parte devido a: a) Superioridade bélica dos portugueses b) Traição dos Mavota e Matsolo, que cederam os portugueses para que usassem as suas regiões como posto avançado das suas forças e na fase decisiva, os Mavota guiaram as forças portuguesas rumo ao combate de Marracuene c) Indisciplina no seio dos guerreiros de Nwamatibyana e seus súbditos e d) Divisões no seio das chefaturas de então, que foram optimizadas pelos portugueses. Das Celebrações do Gwaza Muthini 1-A celebração desta data não é de todo original do Estado Moçambicano. U...
Comentários
E normal que se tenha uma via de acesso em alternativa ao Auto estrada que é considerada uma via privada sendo obrigatorio o pagamento para se poder nela circular.
Espero que quem de direito possa fazer algo para que os camioes que se dirigem para o norte ou para o porto de Maputo nao estejam sujeitos a uma taxa de entrada na cidade cada vez que circulam nesse trajecto de 1000 metros.
todos devemos ter alguma consideracao pelas empresas de transporte porque faz parte do desenvolvimento da economia de um pais
O meu agradecimento e espero que algo seja feito para poderem liberar esta via para os veiculos pesados