Mais uma vergonha Nacional

























Mais uma vergonha nacional acaba de nos bater a porta. E ela vem lá, de longe, dos EUA. A Global Integrity acaba de lançar um relatório global sobre a integridade. Cada país possui sua quotação. E nós estamos na cauda, alias, já e hábito.
Confira a notícia aqui, ou aqui. E ainda aqui

Comentários

Rui Martins disse…
mas Moçambique não cumpriu um grande caminho desde a guerra civil e desde os anos (longos) em que foi o país mais pobre do mundo?

a Paz e a Democracia (imperfeita como a nossa) que se instalou por aí é um dos feitos mais admiráves do continente admirável e esses indicadores mais desencorajadores só vos devem servir de incentivo!

E estas melhoras são reconhecidas pela CIA, no seu World Factbook:
"At independence in 1975, Mozambique was one of the world's poorest countries. Socialist mismanagement and a brutal civil war from 1977-92 exacerbated the situation. In 1987, the government embarked on a series of macroeconomic reforms designed to stabilize the economy. These steps, combined with donor assistance and with political stability since the multi-party elections in 1994, have led to dramatic improvements in the country's growth rate. Inflation was reduced to single digits during the late 1990s although it returned to double digits in 2000-03. Fiscal reforms, including the introduction of a value-added tax and reform of the customs service, have improved the government's revenue collection abilities. In spite of these gains, Mozambique remains dependent upon foreign assistance for much of its annual budget, and the majority of the population remains below the poverty line. Subsistence agriculture continues to employ the vast majority of the country's work force. A substantial trade imbalance persists although the opening of the Mozal aluminum smelter, the country's largest foreign investment project to date, has increased export earnings. In late 2005, and after years of negotiations, the government signed an agreement to gain Portugal's majority share of the Cahora Bassa Hydroelectricity (HCB) company, a dam that was not transferred to Mozambique at independence because of the ensuing civil war and unpaid debts. More power is needed for additional investment projects in titanium extraction and processing and garment manufacturing that could further close the import/export gap. Mozambique's once substantial foreign debt has been reduced through forgiveness and rescheduling under the IMF's Heavily Indebted Poor Countries (HIPC) and Enhanced HIPC initiatives, and is now at a manageable level."
Egidio Vaz disse…
Tem toda a razão o Martins quando faz esta pergunta. Percepção ca deste lado e de que apesar desses elogios, os que governam deveria fazer um pouco mais, alias honestidade falta em muitos de nos, incluindo os que se outorgam o direito de nos avaliar!
Para frente e o caminho!

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